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Desvendando os rótulos dos alimentos

19 de julho de 2018

Na guerra pela boa alimentação, saber bem o que estamos colocando na mesa é uma das batalhas mais difíceis. Isso porque as marcas estão sempre tentando enganar o consumidor com suas embalagens do tipo “o meu é melhor”, distorcendo, exagerando ou omitindo informações. E, quando desavisados, nós frequentemente caímos na armadilha.

Por isso, desde 2003, a ANVISA tem uma legislação específica que obriga todos os fabricantes a colocarem as informações dos alimentos de forma padronizada e objetiva nas embalagens. Mesmo assim, nem sempre é fácil compreender, é necessário conhecimento de alguns nomes e padrões, que você vai aprender agora.

Todas as embalagens de alimentos devem conter, basicamente, duas informações: lista de ingredientes e informação nutricional.

Na primeira, são listados todos os ingredientes que compõem o produto. Todos mesmo! E em ordem decrescente de quantidade, ou seja, primeiro os que estão presentes em maior quantidade. A única exceção são os produtos compostos de apenas um ingrediente (sal, açúcar, café, leite...). Simples, não?

A informação nutricional é um pouco mais complicada. Quase sempre vem em forma de tabela, em que devem constar: valor energético; carboidratos; proteínas; gorduras totais; gorduras saturadas; gorduras trans; fibra alimentar; e sódio. Todos devem ser informados em gramas, fora o sódio (em miligramas) e o valor energético, medido em calorias - que nos interessa especialmente na regulação da dieta.

Se você encontrar por aí tabelas nutricionais que omitam nutrientes daquela lista, é porque o produto não os contém em quantidade relevante, ou seja, zero ou bem próximo disso.

Além da quantidade absoluta, também a quantidade relativa à dieta média ideal deve ser informada, em porcentagem. É o que se chama Valor Diário (VD). Ele se baseia em pesquisas científicas que procuram encontrar a quantidade ideal de cada nutriente na dieta humana diária. Ou seja, quantas calorias, quantas gramas de carboidrato, proteína, etc. um ser humano deve consumir em um dia.

Pra ficar ainda mais claro: se, por exemplo, a tabela nutricional de um produto informa que ele o VD de gorduras totais é 20%, significa que em uma porção daquele alimento está 1/5 de toda gordura que você deve consumir naquele dia.

Aproveitando que falamos em porção, vamos esclarecer outro ponto fundamental. Todas as informações nutricionais são feitas com base numa determinada medida, que deve ser informada em gramas ou mililitros e “traduzidas” para uma medida caseira - por exemplo, 1 colher de sopa, 1 xícara de chá. Isso é para facilitar o entendimento do consumidor e o seu controle da própria dieta.

Bom, isso é só um resumo. Existe mais do assunto para tratar, por exemplo, informações sobre ingredientes alergênicos, como glúten, lactose (já fizemos texto aqui no blog sobre ela) etc. Acompanhe o blog, que o assunto ainda pode ser tratado aqui. E se quiser ter mais informação completa sobre rótulos e como lê-los, a ANVISA lançou em 2008 um Manual de orientação aos consumidores superbacana.



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